Ideias até ao infinito

Nuno Lopes dá ‘cor’ a “White Lines”

Junho 23, 2020

Boa parte do lazer do confinamento desta miúda foi preenchida a assistir a algumas séries da Netflix. Foi pouco antes de todo o mundo ‘virar do avesso’ com a pandemia que usei os 30 dias experimentais gratuitos do serviço e, quando percebi que iríamos ficar confinadíssimos, optei por manter o serviço, pelo menos, enquanto tudo isto durasse.

Afinal, o canal de streaming já nos apresentou algumas das mais extraordinárias e ‘viciantes’ histórias, porque não dizê-lo, como são as séries “La Casa de Papel” e “Stranger Things”, por exemplo, ou filmes como “Marriage Story”, que me ‘deu’ um novo ‘ator fetiche’… bendito sejas Adam Driver! :-p

Bem, mas voltando às séries Netflix, entre umas mais aclamadas – como “Sex Education” ou “Peaky Blinders”, das quais posso dizer que fiquei super-hiper-mega-fã -, outras nem por isso – casos de “Ragnarok” ou “I’m Not Ok With This” -, no geral, todas cumpriram o propósito… entreter e passar o tempo!

Pois bem, não sei se já viste, ou sequer se fazes intenção de ver, mas para mim foi muito fácil decidir assistir a “White Lines”, tudo se resume a um nome… Boxer, ou melhor dizendo Nuno Lopes! E tu sabes que por aqui as miúdas gostam muito do Nuno Lopes… não sabias?! Bem, agora já sabes!

A verdade é que, assim que soubemos que vinha aí uma nova série do autor de “La Casa de Papel”, Álex Pina, e, ainda por cima, contaria com a participação do nosso queridíssimo Nuno Lopes, as miúdas ‘decretaram’ de imediato o estado de… não de emergência, mas de alerta! Agora, se as nossas expectativas foram correspondidas? Bem, só posso falar por mim, mas pelas impressões que já troquei com a Rosarinho, partilhamos um poquito da mesma opinião. Portanto, a resposta à pergunta é… sim e não. Eu explico.

A premissa é, à partida, interessante e prometedor – um assassinato envolto em mistério, amizades, drogas, música, festas, sexo -, no entanto, está longe de nos agarrar como o fez a sua ‘prima-bem-afastada-em-terceiro-grau’ “La Casa de Papel’, de Pina. A história até é interessante, tem alguns momentos divertidos, nomeadamente com a personagem Marcus, de que gostei muito também, mas bottom line (e, acredita, são muitas as lines nesta série) o melhor de tudo, para mim, é mesmo o Nuno Lopes!

Uma vez mais, o ator português não defrauda expectativas e revela-se brilhante, numa personagem que, à partida, até poderia não ter grande importância para a história, afinal, falamos de um chefe de segurança de uma das famílias mais influentes de Ibiza, mas que se revela fundamental na história. Aliás, acaba por ser um dos seus protagonistas. É que Boxer não é apenas um mero segurança de discoteca, ou capataz dos Calafat, é uma personagem que vai revelando as suas várias facetas ao longo da trama. E isso é algo que Nuno Lopes faz de forma exímia!

Se veria “White Lines” se o Nuno Lopes não fizesse parte do elenco? Provavelmente, não. Mas ainda bem que o ator participou nesta série, afinal, é uma produção Netflix que pode trazer-lhe uma projeção internacional gigante! E que ele bem merece! 

Parabéns Nuno Lopes! Foste o ‘arco-íris’ destas ‘linhas brancas’!

Por aqui, ficamos a aguardar novidades!

Susana Figueira

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