Ideias até ao infinito

A desconfinar… ‘peça a peça’

Maio 26, 2020

Já aqui o dissemos que andamos a pôr os pezinhos fora de casa com muita prudência e em situações controladas…

… vai daí, este fim de semana, num ‘ato de rebeldia’ (pelo menos é a sensação que uma miúda tem nestas primeiras saídas… não te parece que estás a infringir todas as leis e mais alguma?! ou estou sozinha?!), fui jantar fora!!! Já quase nem me lembro da última vez que tinha jantado fora de casa, com família ou amigos… parece tudo tão distante.

Dizia eu, aceitei o convite, ou melhor desafio, dos meus queridos primos e saí de casa para ir ao sushi. Há quanto tempo não me deliciava com um belo sushi!!! E convenhamos, o Sensei Lounge, em Carcavelos, não serve um sushi qualquer. É toda uma experiência de degustação numa de combinação de sabores únicos e exóticos, de qualidade irrepreensível, peça a peça! Basicamente, é de comer e chorar por mais!

Mas o que quero mesmo é contar-te como me senti nesta primeira saída de convívio social pós-confinamento e dentro de uma ‘normalidade’ toda ela diferente.

Para começar, chegar a casa dos primos e (ainda) não nos podermos abraçar e cumprimentar normalmente é só estranho. E, deixa-me dizer-te, aqueles primeiros segundos em que nos vemos, ficamos num ‘vai-não-vai-que-te-dou-um-mega-abraço’ que nos deixa pouco confortáveis. Não é agradável… Só que, como a malta tem o dom de conseguir brincar com as situações, de imediato demos a volta ao desconforto inicial e até parecia um dos nossos encontros ‘normais’ de primos… daqueles de ‘antigamente’.

No restaurante…

… tal como (ainda) ditam as regras, os convivas eram apenas 6, por isso, não provocámos nenhuma espécie de ajuntamento (diz que o limite é 10 pessoas). O espaço, propriamente dito, está preparado para receber menos clientes de cada vez e com marcação, mas isso já não é propriamente novo no Sensei Lounge. Se conheces, sabes bem que sempre foi melhor marcar mesa, tal era a procura por este sushi. À entrada, há um dispensador de álcool-gel para usarmos e entramos de máscara, claro. Só quando nos sentamos à mesa é que podemos ‘desmascarar-nos’, ok. E todos os funcionários estão igualmente ‘mascarados’. Rapidamente nos sentimos tranquilos.

A partir daqui, é ir com um apetite voraz por sushi (e confesso que já tinha), brindar a estes momentos possíveis e desfrutar da belíssima companhia dos primos! Portanto, com as devidas precauções e sempre no respeito pelas regras dos espaços e pelos outros, começa a ser possível voltar a viver estes pequenos prazeres da vida!

Aaaaah, e que bem que me soube!

Susana Figueira

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