Ideias à solta

Fruta da Época, by Cláudia Silva Mataloto

Janeiro 16, 2020
Fruta da Época

No ano passado iniciei um novo regime alimentar e estou muito satisfeita por ter tomado essa decisão. Comecei a medo, porque não sabia se me iria dar bem. Mas hoje, quase, um ano depois estou muito satisfeita. Quero partilhar contigo, agora, porque faz todo o sentido tendo em conta a receita que a Cláudia preparou para este mês a pensar em mim (imensamente grata, Chef)!

Antes de continuar (embora não seja minha intenção alongar-me muito neste assunto) uma vez que o mais importante neste post é a receita, quero dizer-te que esta é a minha experiência e não pretendo recrutar nem convencer ninguém a seguir este regime alimentar, ou estilo de vida. Ok? Como também não iniciei esta alimentação para perder peso, mas sim para me sentir e ser mais saudável. E só mais uma coisa! Não sou extremista, nem na alimentação nem em nada na vida, por isso, continuo a ter os meus dias de loucura, mas a verdade é que o meu organismo já está preparado para lidar com isso.

Em fevereiro de 2019 suprimi em grande escala os hidratos de carbono da minha alimentação e o meu organismo começou a transformar as reservas de gordura em energia. Perdi massa gorda acumulada e desinchei. Diariamente consumo apenas 20% de hidratos (meu rico pão, era incapaz de cortar relações com ele), mas bastou esta mudança de padrão para me sentir melhor fisicamente. Aumentei a gordura (animal e vegetal) e a proteína na minha alimentação. Estou a falar-te do regime Cetogénico. E, sim também pratico o jejum intermitente(e agora é que ficaste escandalizada/o… ou não). Mas se quiseres posso falar-te mais sobre isto num outro post. Até porque este regime é muito mais do que apenas suprimir os hidratos. Mas antes de passarmos à receita, que está simplesmente tentadora, ainda te queria dizer que quando fiz análises, em maio de 2019 tinha eliminado a anemia da minha vida. Coincidência?

(Tenho de agradecer à minha querida Helena Bonzinho que me apresentou este regime alimentar.)
Rosarinho

Pizza de Couve-Flor e Mozzarella fresca

Esta pizza faz um grande sucesso em família, sobretudo junto dos mais novos. É uma excelente alternativa para a intolerância ao glúten e para dietas de baixo teor de hidratos de carbono. A receita da base é inspirada na receita de Luise & David, autores do blog: Green Kitchen Stories.

Base da pizza
600 g de florete de couve-flor
100 g de amêndoa moída
Oregãos q.b.
3 ovos
Sal q.b.
Pimenta moída q.b.

Tritura os floretes da couve-flor por forma a obter um granulado. Retira o excesso de água, torcendo-o com um pano ou deixando a escorrer algum tempo. Adiciona a amêndoa e incorpora os ovos previamente batidos. Com a mão, amassa e forma uma bola. Estende sobre um tabuleiro de ir ao forno, forrado com papel vegetal. Dá a forma de um círculo, semelhante ao formato da pizza. Leva ao forno pré-aquecido (190.ºC) cerca de 25 minutos, até à base estar dourada. Retira e monta a pizza.

Molho de tomate
300 g de tomate triturado, em lata
½ cebola 
Folhas de manjericão q.b.
Azeite q.b.
Água q.b.

Pica a cebola e refoga-a num fio de azeite. Acrescenta o tomate triturado e um pouco de água. Junta as folhas de manjericão e deixa reduzir até formar uma pasta espessa. Tritura e reserva.

Montar a pizza
2 mozarelas frescas
100 g Queijo mozarela ralado q.b.
Azeite q.b.
Sal q.b.
Pimenta moída q.b.
Folhas de manjericão q.b.

Espalha um fio de azeite sobre a base da pizza já cozida. Distribui metade do queijo ralado sobre a base e, por cima, espalha o molho de tomate. Polvilha com o restante queijo ralado. Fatia a mozarela e dispõe-a sobre a pizza. Tempera com sal e pimenta a gosto e um fio de azeite. Leva ao forno, cerca de 10 minutos (190.ºC). Retira e coloca as folhas de manjericão, antes de servir.

Bom apetite!
Cláudia Silva Mataloto

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