Ideias com asas

Uma miúda em Nova Iorque #1

Junho 8, 2018
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Em primeiro lugar, devo dizer que, para mim, esta foi essencialmente uma viagem de sensações. Talvez porque nos dias de hoje tenho os meus sentidos mais despertos, o certo é que Nova Iorque é uma cidade que apela mesmo a todos os sentidos.


Ok, depois de vos ‘aguçar’ a curiosidade em imagens, vamos lá então iniciar este
périplo a que resolvi chamar “uma miúda
em Nova Iorque
“. E para tal, vou começar pelo princípio, ou seja, pela
chegada. 😊

Aterrar no aeroporto JFK, em Nova Iorque, é por si só toda uma
experiência para quem, como eu, visita pela primeira vez as terras do Tio Sam.

É que, desde o momento em que
passamos por um controlo mais ‘apertado’ para entrar no país – o primo Pedro,
vá-se lá saber porquê, teve ‘direito’ a uma second
inspection, please 
– tudo apela aos sentidos. Tenho para mim que a sra. Polícia ‘engraçou’ com ele.
😉

Passado o controlo e recolha de
bagagens, dirigimo-nos à saída para arranjarmos ‘boleia’ para o hotel. Posso
dizer-vos que o dia 23 de maio em Nova
Iorque
foi quente, porque àquela hora da noite, cerca das 21h00 locais mais
ou menos, estava uma bela noite de verão.

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E peço que me desculpem alguma ‘meninice’,
mas a primeira sensação que tive da cidade foi mesmo do género uma criança que vê, sei lá, o mar pela primeira vez, ou entra num parque de diversões. Estão a ver aquela inocência e pureza de olhar as coisas que só as crianças possuem?! É mais ou menos esse o sentimento. Creio que já vos terá acontecido o mesmo em determinada altura da vida, certo?!



Começou no yellow
cab
que nos transportou para o aeroporto e, pelo caminho – pela Queens
Boulevard –, foi um desfile dos famosos táxis nova-iorquinos, de casinhas daquelas
de construção típica americana, de carros-patrulha NYPD!!! … ou seja, a
primeiríssima sensação que tive foi: “Estou no cenário de um filme ou de uma
série!”

A sério! E esta foi uma sensação sempre
muito presente também nos dias que se seguiram. O facto de estar perante símbolos que identificam a cidade 
– a Estátua da Liberdade, o Empire State Building, ou a Brooklyn Bridge (e esta vai ter direito a post), só para nomear alguns  e mesmo o país, que apenas estamos
habituados a ver através dos ecrãs de TV, provocou em mim uma enorme sensação
de felicidade. Do género “estou mesmo aqui”, “não estou a ver isto na televisão”.

Caramba, até vi passarem os
famosos yellow school buses!!! 😊
Eu sei, pareço uma criança, mas eu avisei.

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E o deslumbramento não se ficou por
aqui. Percorrer as ruas de Manhattan, fez baixar em mim um sentimento avassalador,
ao tomar verdadeira consciência da altura daqueles arranha-céus! É tudo muito
alto meeeeesmo! E, aliás, deu para perceber que na cidade, ou mesmo nos EUA, tudo existe em tamanho XXXXL. Tudo é gigante! 
Fez-me sentir, ao mesmo tempo, muito pequenina (ok, eu sei que sou
pequena, mas ainda mais) e deslumbrada com esta realidade. Ah e à conta
disto apelidei
Nova Iorque de “a cidade dos torcicolos”, pois se passamos a
vida a olhar para cima…

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Mas não pensem que Nova Iorque só ‘mexeu’ com o meu sentido da visão. Nada disso. Uma outra característica da
cidade, quer dizer, pelo menos em determinadas zonas mais movimentadas, é o constante
cheiro a comida… desde muito cedo. São muitos e variados os conceitos de street food. Nem sempre os melhores, é
certo, mas há para todos os gostos.

Portanto, se como eu têm uma
memória olfativa apurada, por certo entenderão que, depois desta viagem, aromas
virão que me farão ‘viajar’ até às movimentadas ruas de Manhattan!

Por hoje, em jeito de resumo, e contrariamente
à minha expetativa, digo-vos que esta até foi uma viagem muito sensorial. Tive
a oportunidade de viver e sentir Nova
Iorque
e comigo trouxe experiências que (pelo menos tão cedo) sei que não
se irão repetir. Por isso, fiquem por aí, porque esta miúda ainda tem umas coisas
para contar. 😉

Ah, é verdade, e a bandeira dos EUA está mesmo por todo o lado! 

Susana Figueira

P.S.: Ah, a audição também é muito estimulada… aquilo é malta que gosta de dar uso às buzinas dos bólides, irrrrra! (a propósito, em jeito de curiosidade e porque me chamou a atenção, Manhattan tem um parque automóvel muito de híbridos e, claro, os SUV estão por todo o lado)

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