Ideias até ao infinito

As miúdas entre “macacadas e rugidos” – Parte 2

Setembro 1, 2017

Vamos regressar, uma última vez, ao Jardim Zoológico de Lisboa, para vos contar as
restantes peripécias do nosso dia entre “macacadas e rugidos”. Lembram-se que ficámos
pela hora de almoço, certo? Pois…
… após a pausa para refeição,
dirigimo-nos para a Baía dos Golfinhos
onde iria decorrer a apresentação das 15h00. Entre saltos e danças, Leões-marinhos-da-califórnia e Golfinhos-roazes são as estrelas e
apresentam-nos um espetáculo pioneiro na Europa, já que nadam lado a lado, ao
mesmo tempo que vamos ouvindo algumas particularidades sobre cada espécie. E
golfinhos são sempre golfinhos, aquele animal inteligentíssimo e meigo que
todos conhecemos, já os leões-marinhos não fazia ideia de que podiam ser tão…
beijoqueiros! Este, na foto, fartou-se de pedir beijocas ao seu tratador! 😘




Para o resto da tarde, ficaram
duas das atrações que me deixam mais desconfortável… Primeiro, o
Teleférico. Confesso que não é coisa
que me faça sentir muito confortável, em especial quando passamos por cima do
espaço dos
Leões-africanos (cujos
rugidos não se fizeram ouvir, por acaso), mas, ainda assim, enchi-me de coragem
e lá fomos. É certo que temos uma outra perspetiva do
Jardim Zoológico de Lisboa e dos vários espaços, bem como em
determinado ponto do percurso uma espetacular vista da cidade. E, além do mais,
a viagem serviu para fazermos um vídeo!



Em segundo lugar, o Reptilário! Argh! Fico toda arrepiada
só de entrar ali, mesmo sabendo que um resistente vidro, me separa do Dragão-de-komodo, da Pitão-reticulada, do Hidrossauro-das-filipinas ou da Iguana-rinoceronte, entre outras espécies. Acho que fiz uma “série”
a percorrer este espaço, e deixei a Rosarinho e o J para trás!

Já de saída, ainda passamos pelo “Areias” – lembram-se?! – o Camelo,
do qual ficámos a saber que a espécie está “Criticamente em perigo”, só
existindo atualmente em estado selvagem na China e Mongólia e cujo principal
predador é… o Homem.



Terminado o passeio, saímos do Jardim Zoológico de Lisboa com o
coração cheio. Esta foi, sem dúvida, uma visita inspiradora. Porém, viemos também
com o sentimento reforçado de que é urgente despertar consciências.


Os perigos
existem e na grande maioria das vezes somos nós, os Humanos, os maiores predadores
e principais culpados. Só depende de nós vivermos num planeta rico em
biodiversidade. Pelo planeta lindo que (ainda) temos, pelo espaço a que
chamamos Terra, que é a nossa “casa” nesta vida, parte de cada um de nós fazer
um pouco que seja pela Conservação da
Natureza
. Fica a dica!


Susana
Figueira



Baía dos Golfinhos

Os Golfinhos-roazes são as estrelas

O céu é o limite 💗
O rei da selva

Ficámos a saber que há uma arara de nome Jacinta! E é linda!

O lago

Hehehe os Koalas estavam a dormir, claro 😉




    Escreve aqui o teu comentário

    Parcerias