Ideias até ao infinito

Bryan Adams: O ‘rock’ continua vivo!!!

Fevereiro 1, 2016

Foto: Sílvia Gonçalves                      
No passado dia 25 de Janeiro, o Armazém marcou presença (na figura da minha
pessoa) no concerto de Bryan Adams, na Meo Arena. Na companhia da minha querida
mana, Alexandra, muito mais fã do cantor canadiano do que eu, confesso, lá
fomos nós preparadíssimas para ouvir um dos nossos ídolos de adolescência. A
minha expetativa em relação ao concerto balançava entre um “ou o senhor toca
uma horinha e está bom, não aguenta mais” (porque afinal já conta com 57 anos) e
um “ou surpreende-me com uma grande atuação”. E para meu gáudio, e de uma Meo
Arena a rebentar, Bryan Adams surpreendeu! O senhor ainda toca muito! O senhor
ainda ‘rocka’ muito! O senhor ainda conquista com aquela rouquidão natural da
sua voz! Bryan Adams terá, com toda a certeza, “18 Til I Die” musicalmente
falando, uma das músicas que levou ao delírio o público que assistia ao
espetáculo. E o que posso dizer deste? Um verdadeiro desfile dos seus maiores
êxitos, pelo menos quase todos, que me levou numa viagem ao passado, mas
daquelas que todos nós gostamos de fazer. Daquelas que trazem boas recordações.
De “Can’t Stop This Thing We Started” a “It’s Only Love“, passando por músicas
como “Kids Wanna Rock“, “Somebody“, “If Ya Wanna be Bad, You Gotta be Good
(momento em que escolheu ‘a rapariga’ do top branco (a Joana, sortuda) no público
para dançar sob o holofote e para a câmara durante toda a música), “The Only
Thing That Looks Good On Me Is You
” e um dos meus preferidos de sempre “Summer
of 69
” (sempre que ouço aqueles primeiros acordes, apetece-me levantar e
dançar, dançar até cair 🙂
), o cantor canadiano fez-me regressar à
adolescência, quando ia com a minha amiga Daniela (na sua scooter 50cc) para as
matinés de domingo na discoteca Juliana’s, em Cascais, e o momento Bryan Adams
deixava toda a gente ao rubro na pista de dança. 
O meu momento “Summer of 69” 🙂

Porém, e apesar de eu ser
mais adepta do seu lado roqueiro, não pensem que não houve espaço para as
baladas.
Ou melhor,
baladões! “Heaven” (que levou os fãs ao céu, mesmo), “When You’re Gone“, “(Everything I Do) I Do It for You“, “I’ll Always Be Right There” e “Have You
Ever Really Loved a Woman?
(que encheu a Meo Arena de um vermelho
escarlate) encheram os corações (principalmente do público feminino) de
romance. É claro que aqui e ali Bryan Adams “atirou-nos” com músicas do seu
mais recente trabalho – “Get Up!” – como “Brand New Day” ou “Do What Ya Gotta
Do
” (que abriu o concerto), mas na sua essência este foi um concerto de ‘best of’.
A fechar, já com o cantor canadiano sozinho em palco, deixou-nos de rastos ao
oferecer-nos “Straight from The Heart” e “All for Love“. Em jeito de conclusão,
que este post já vai longo, esta foi a primeira vez que vi Bryan Adams ao vivo
e ainda bem que assim o fiz. Entra para a lista daqueles ídolos que devemos ver
pelo menos uma vez na vida. As suas músicas marcaram toda uma geração, da qual
faço parte, mas chegaram e continuam a chegar aos mais novos. As minhas vénias para
o senhor Bryan Adams e que o seu ‘rock’ continue a ser “The Only Thing That Looks
Good on…
” Him! 🙂
Susana Figueira
Início do espetáculo com Do
What Ya Gotta Do”
 No céu a ouvir “Heaven”
 “Have
You Ever Really Loved a Woman?” encheu a Meo Arena de vermelho escarlate
 A curtir ao som de “18…”
 “… Till I Die”
 Uma das novidades de “Get Up!” – “Brand New Day”
 Quase 2 horas depois, o ‘encore’…
 … Bryan, a guitarra e uma harmónica

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